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Especiais

mar 8

Written by: admespeciais
08/03/2017 12:00  RssIcon

Elas são maioria nas salas de aula, mas nem sempre foi assim. Para que a mulher tivesse o direito de estudar, foram muitos anos de luta; e para que conquistasse o posto de professora, um caminho ainda maior teve de ser percorrido. Na história da educação brasileira, o nome de Benedita da Trindade e Lado de Cristo se destaca. Para exercer o magistério, ela precisou de um atestado de conduta. Aprovada no concurso estipulado pela legislação vigente e também nos quesitos “honestidade” e “bom comportamento público”, pôde assumir o cargo em 29 de abril de 1828.

Nas escolas para meninas, só professoras lecionavam. Isso valia também para o sexo oposto. Era comum que as turmas de garotas aprendessem habilidades domésticas, como bordar e costurar. Mas esse nunca foi o plano de aula de Mestra Benedita: em trinta anos de carreira, linha e agulha foram inutilizadas em suas atividades. O fato, inclusive, causou incômodo entre suas colegas de trabalho.

Com a criação de escolas “mistas”, ao final do Império, o contrato de mulheres aumentou significativamente. Houve o estabelecimento de escolas normais para a formação de professores, frequentadas principalmente por mulheres. Já na primeira década do século XX, o corpo docente era predominantemente feminino.

De lá para cá, muitas profissionais se dedicaram ao ensino. Inovadoras – como Mestra Benedita –, transformaram a ideia de que o universo feminino deveria se restringir ao lar. Na rede estadual paulista de ensino existem hoje 145.783 mulheres professoras, 74,85% de toda a rede.

Parabéns a elas!!!

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