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Especiais

jun 4

Written by: admespeciais
04/06/2014 11:31  RssIcon

Do morro, do asfalto, da praia, do Brasil. Assim é o Rio de Janeiro, palco da final da Copa do Mundo e último destino do nosso especial.

Ganhar uma Copa do Mundo é bom, mas ganhar no Rio de Janeiro deve ser melhor ainda. A comemoração tem sol, samba e alegria em um cenário que certamente está nos principais cartões postais do mundo. É por isso que a cidade foi escolhida para sediar a final do Mundial, no dia 13 de julho.

Ninguém sabe ainda quais seleções se enfrentarão na data, mas o palco da final é velho amigo do futebol: o Maracanã já foi considerado o maior estádio do mundo, com capacidade para quase 200 mil pessoas. Todo reformado para a Copa de 2014, ele perdeu mais da metade de seus assentos e estará pronto para receber 76 mil brasileiros e estrangeiros.

FICA A DICA
O Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, foi construído para a Copa do Mundo de 1950, que aconteceu aqui no Brasil. Naquele mesmo ano, o Brasil perdeu o Mundial para o Uruguai diante do maior público que o estádio já teve: quase 200 mil pessoas. A derrota ficou conhecida como Maracanazzo e marcou para sempre a história do futebol. Assista ao trailer de Maracaná, um filme uruguaio lançado em 2014 sobre a Copa de 1950 e com cenas inéditas.

O Rio de Janeiro, que antes se chamava São Sebastião do Rio de Janeiro, também guarda outros recordes: por lá está a maior floresta urbana do mundo, a Floresta da Tijuca. A Rocinha também é considerada a maior favela da América Latina, com 70 mil habitantes, segundo o IBGE. A estátua do Cristo Redentor de braços abertos sobre a Baía de Guanabara foi considerada pelo voto popular uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno.

De muitos pontos da cidade é possível ver a ponte Rio-Niterói, com 13.290 metros de extensão. Já a Biblioteca Nacional tem o oitavo maior acervo do mundo, com 8,5 milhões de livros, alguns raríssimos.

O Rio de Janeiro é onde a urbanização encontra a natureza, o morro e o asfalto estão lado a lado e a modernidade e a história dividem a mesma calçada. Basta dar uma volta no centro da cidade para encontrar resquícios do Brasil colonial e da época em que ainda era a capital do país, de 1763 a 1960, quando Brasília foi inaugurada.

O sotaque do carioca, inclusive, com os S e os R ressaltados, é uma herança dos portugueses que por aqui viveram centenas de anos. É só lembrar do som que faz a letra S quando um português solta um sonoro "Ora pois". Mas como bom brasileiro, o carioca é um criador de palavras. O bairro de Realengo, por exemplo, se chamava Real Engenho, mas na estação de trem estava escrito Real Engº e as pessoas liam Realengo. Assim como a Vila Valqueire, que na verdade era V (o numeral romano) Alqueire.

Depois do dia 13 de julho, os estrangeiros tomarão o rumo de casa e os cariocas continuarão sacolejando nos trens da Central do Brasil. Uns campeões, outros nem tanto. Que venha, então, a Copa do Mundo!

Rio de Janeiro em números

6.429.923 habitantes
64.767 professores
5.129 escolas
449 anos
90 km de praias
33 km² de floresta urbana, conhecida como Floresta da Tijuca
70 escolas de samba

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