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Especiais

fev 27

Written by: admespeciais
27/02/2014 15:30  RssIcon

Selecionamos um documentário sobre o carnaval, encontramos uma marchinha inesquecível, descobrimos o vocabulário típico dos sambistas e ainda entrevistamos um estudioso sobre o assunto.

Divirta-se!

A folia nas ruas, os blocos e os cordões, o confete e a serpentina, todos eles compõem o carnaval desde os tempos de antigamente: em São Paulo, a festa popular começou com a mania entre os foliões de atirar água uns nos outros, um hábito português trazido para o Brasil ainda no século XVI.

Naquela época, todo mundo entrava na dança, mas com a ascensão da elite e a expansão cafeeira, por volta de 1870, o carnaval paulistano foi repartido em dois. Os ricos seguiram o estilo veneziano, dos luxuosos bailes de máscara nos grandes salões. Os pobres tomaram as ruas com as batucadas derivadas das congadas, moçambiques e dos sambas rurais, vindos do interior.

Quer saber mais?

» Leia a entrevista com o sociólogo Marcelo Manzatti, autor da pesquisa “Samba Paulista, do centro cafeeiro à periferia do centro: estudo sobre o Samba de Bumbo ou Samba Rural Paulista”.

Para ver

Samba à paulista: fragmentos de uma história esquecida é um documentário dirigido por Gustavo Mello, que conta como a cultura dos negros imigrantes influenciaria a cultura brasileira definitivamente. O filme explica, também, como o carnaval paulista passou dos cordões aos grandes desfiles de escolas de samba. Dá para assisti-lo pelo YouTube (parte 1 / parte 2).

Para ouvir

"Trem das Onze", "Saudosa Maloca" e "Tiro ao Álvaro" são algumas de suas composições. Nascido em Valinhos, no interior de São Paulo, Adoniran Barbosa escreveu e cantou versos que encantaram o público e artistas – como Elis Regina e o grupo Demônios da Garoa –, que regravaram os seus sucessos.

O sambista faleceu em 23 de novembro de 1982. Aperte o play e ouça a versão de Raul Torres para "Dona Boa", de Adoniran Barbosa e J. Aimberê, eleita a melhor marcha do Carnaval de São Paulo de 1935.

player

"Dona Boa" (Adoniran Barbosa e J. Aimberê, 1935)
VOCABULÁRIO DOS SAMBISTAS
Batucada: samba que acontece antes e depois dos desfiles ou ensaios.
Batucada de mil graus: bateria muito afinada.
Baticum: bater palma numa roda de samba para acompanhar o ritmo da música.
Bamba: um bom sambista.
Boi com abóbora: samba-enredo muito ruim.
Botar a cobra pra fumar: colocar a escola na avenida.
Dizer no pé ou riscar no tapete: sambar.
Levantar a avenida: contagiar o público.
Mumunha: artimanha ou truque.

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