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Radar Cultural - Capital e Grande São Paulo

set 19

Written by: admradar
19/09/2016 11:00 

Fina CamadaNo Brasil, mais de 35 milhões de pessoas são deficientes visuais, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para trazer a realidade vivida por esses brasileiros, a exposição Diálogo no Escuro possibilita a experiência de enxergar o mundo sem o sentido da visão.

A exibição multissensorial leva o público a explorar o tato, o olfato e a audição, já que a visita é às cegas. Os visitantes são conduzidos por guias deficientes visuais através de quatro ambientes com ausência total de luz, que representam uma cidade, um parque, uma feira, uma drogaria e um bar.

FICA A DICA

Professor, que tal levar sua turma para vivenciar essa experiência? Para agendar visitas com grupos escolares, basta enviar um e-mail para fernada@dialogonoescuro.com.br, informando a data pretendida, horário e o número exato de participantes.

»Leia entrevista com José Carlos da Silva, deficiente visual. Ele foi professor da rede estadual de ensino por 25 anos. Atualmente, 354 docentes com deficiência visual estão em exercício na SEE-SP.

Além de apreciar os sons da natureza, sentir a textura dos objetos, o cheiro das frutas, conhecer a sensação de atravessar uma rua, ainda é possível tomar um suco ou refrigerante no fim do passeio e descobrir o sabor da bebida apenas pelo paladar. Depois de percorrer todos os espaços, é aberto um momento para compartilhar as experiências com os outros participantes e dialogar com o guia.

Para quem tiver interesse, as visitas acontecem em grupos de até oito pessoas e duram entre 45 e 60 minutos. Lembrando que é necessário agendar e comprar o ingresso antecipadamente. Para mais informações, acesse o site.

Onde: Unibes Cultural
Rua Oscar Freire, 2.500 - Sumaré - São Paulo
Contato: (11) 3065-4333
Horário: Segunda a sábado, das 11h às 18h30. Às quartas,  o horário é das 13h às 20h30.

SAIBA MAIS

O cuidado com a linguagem também faz parte da construção de uma sociedade inclusiva. Ao longo dos anos, os termos que definem a deficiência foram se adequando. Hoje, “portadores de deficiência” ou “portadores de necessidades especiais” não são mais utilizados. No texto aprovado pela Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos Direitos e Dignidade das Pessoas com Deficiência, em 2006, estabeleceu a terminologia mais apropriada: pessoa com deficiência.

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