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Radar Cultural - Capital e Grande São Paulo

jul 16

Written by: admradar
16/07/2015 10:34  RssIcon

Até quem não leu o clássico certamente conhece a história de Alice no País das Maravilhas. Afinal, pode ter assistido a um filme, desenho ou até mesmo a uma peça de teatro. A obra do britânico Lewis Carroll completa 150 anos este mês, e ao longo desse tempo já ganhou diversas releituras e adaptações.

FICA A DICA
A Biblioteca de São Paulo funciona de terça a sexta, das 9h às 21h. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 19h. Além do acervo de livros, a biblioteca oferece cursos e programação diversa para todas as idades. Confira no site.

As aventuras de uma menina que segue um coelho, cai em uma toca e a partir dali descobre um mundo fantasioso, com personagens peculiares, agradam não só às crianças, mas também a jovens e adultos. Estudiosos acreditam que o conto vai muito além de uma história infantil, considerando-o de grande valor filosófico por conta de seus simbolismos e metáforas.

» Leia entrevista com Vania Dohme, professora e doutora em Comunicação e Semiótica, autora dos livros "Técnicas de Contar Histórias 1 e 2".

Para comemorar o aniversário da primeira publicação da obra literária, a Biblioteca de São Paulo resolveu criar uma programação especial inspirada no conto de Carroll. Durante o mês de julho, quem visitar a biblioteca poderá participar de diversas atividades gratuitas, relacionadas ao universo do livro. Dentre elas: criação de jogos de tabuleiros, clube da leitura para troca de opiniões e críticas sobre a obra, jogos teatrais, oficina de artes plásticas.

Confira a programação completa aqui.

Siga o coelho branco e descubra o que existe no país das maravilhas de Alice!

SAIBA MAIS
Em 1903, Alice no País das Maravilhas ganhava a primeira versão para o cinema. Dirigido por Cecil M. Hepworth e Percy Stow e estrelado por May Clark, no papel de Alice, o filme produzido no Reino Unido era totalmente mudo. Depois de muitos anos, mais precisamente em 2010, o British Film Institute decidiu restaurar o filme, com a única cópia original que sobreviveu. A equipe do BFI conseguiu restaurar 8 dos 12 minutos originais – naquela época era o filme mais longo produzido na Inglaterra. Apesar de a criação ter sido feita nos primórdios do cinema, o filme impressiona pelos efeitos especiais. Assista aqui.

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