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Radar Cultural - Capital e Grande São Paulo

jun 18

Written by: admradar
18/06/2015 11:23  RssIcon

Quando fundada, em 29 de abril de 1947, a Biblioteca Louis Braille era apenas uma sala de braille dentro da Biblioteca Municipal Monteiro Lobato. Hoje, localizada no Centro Cultural São Paulo, é referência como biblioteca dedicada às questões da deficiência visual, sendo a maior do Brasil.

FICA A DICA
No Portal do Professor, você encontrará planos de aula para trabalhar o conceito de Deficiência Visual no contexto escolar. As atividades pretendem contribuir para o aprimoramento das capacidades crítica, analítica e argumentativa dos alunos quanto ao tema.

Essa história teve início quando as obras infantojuvenis ganharam transcrições em braille, graças aos esforços da bibliotecária Lenyra Fraccaroli e da pesquisadora Dorina Nowill. Depois foi a vez dos livros didáticos, seguidos por títulos da literatura nacional e estrangeira. Além dessas adaptações, a partir de 1975 surgiram no local os audiolivros, gravados em fitas K7 com a ajuda de voluntários.

» Leia entrevista com Maria Helena Chenque, deficiente visual e consultora de acessibilidade do Centro Cultural São Paulo.

Assim, para apresentar a sua trajetória e sensibilizar o público quanto aos temas “inclusão e acessibilidade”, a Biblioteca Louis Braille apresenta a Mostra “Guardados no Tempo”. Além de fotos, vídeos e documentos, a exposição disponibiliza um jogo de damas adaptado e equipamentos para escrita braille. Essa é a oportunidade de ver também um sorobã e um cubaritmo, máquinas para operações aritméticas.

A biblioteca tem um acervo de aproximadamente 3 mil títulos e ainda periódicos nacionais e estrangeiros em papel (braille) e nos formatos de áudio mp3 e wave. Seus usuários contam com softwares acessíveis e grande parte de seu acervo pode ser acessada online, por meio do Sistema Municipal de Bibliotecas.

Com interpretação em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e audiodescrição, “Guardados no Tempo” segue até 2 de agosto. A entrada é gratuita!

Para mais informações, acesse aqui.

SAIBA MAIS
Aproximadamente 200 alunos da rede pública estadual de São Paulo são deficientes visuais e outros 600 têm baixa visão. As escolas que os atendem oferecem material didático em braille, sala de recursos e ações de apoio, visando ao desenvolvimento de habilidades gerais e específicas.

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