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Radar Cultural - Interior

set 24

Written by: admradarint
24/09/2015 14:23 

Conhecido pelas pirâmides, faraós e seus sarcófagos, o Egito Antigo deixou um grande legado para a humanidade. Muitas descobertas médicas foram possíveis graças ao processo de mumificação, por exemplo. O método exigia a retirada cirúrgica de alguns órgãos – que por vezes precisavam ser tratados e recolocados –, o que permitiu o conhecimento inédito do interior do corpo humano.

FICA A DICA
O Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), da Universidade de São Paulo, mantém em seu acervo objetos de origem egípcia na seção “Arqueologia Mediterrânica e Médio Oriental”. Além do acervo permanente, o local apresenta exposições temporárias. Vale a pena conhecer!

Com foco na história, na arte e nos costumes de milênios atrás, o Museu de Arte e Cultura de Caraguatatuba (MACC) apresenta a exposição “Egito Antigo – Civilização e Mistérios”. A mostra, que segue no local até 25 de outubro, conta com réplicas de artefatos.

As peças foram confeccionadas pelo artista plástico Eduardo Vilela, após a pesquisa e a consultoria histórica de Maurício Schneider, doutor em Arqueologia pela Universidade de São Paulo. De muita importância para os egípcios, os aspectos religiosos são destaques na exposição. Eles são representados em objetos relacionados aos mitos e crenças, elementos de rituais e figuras de deuses.

Painéis complementam a mostra. Por meio de textos e imagens, eles reúnem várias informações sobre essa civilização, ultrapassando as fantasias que compõem o enredo de filmes sobre o tema.

A entrada é gratuita e as visitas acontecem às segundas-feiras, das 13h às 18h, e de terça-feira a sábado, das 10h às 18h.

Para mais informações, acesse: www.fundacc.com.br.

SAIBA MAIS
O estudo de frações surgiu no Egito, por volta de 1000 a.C., devido à necessidade de se realizar a marcação de terras às margens do Rio Nilo. Quando o rio inundava essas terras, de junho a setembro, parte da marcação era levada e era preciso remarcá-las. Cordas eram usadas como unidades de medida e, ao serem esticadas, era observado o número de vezes em que aquela unidade de medida estava contida no terreno. Muitas vezes a medida dos terrenos não resultava em números inteiros. Dessa forma, foi criado o número fracionário.

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