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Radar Cultural - Interior

mai 7

Written by: admradarint
07/05/2015 14:36 

A mistura de religião e folclore faz parte da formação de Embu das Artes, uma das 29 estâncias turísticas do Estado de São Paulo. Quando os jesuítas chegaram, em 1554, e encontraram os índios tupiniquins que viviam na região, nasceu a cidade que mais tarde ficaria conhecida por sua vocação artística.

FICA A DICA
Hoje, a feira de artesanatos de Embu das Artes é um dos passeios mais tradicionais da Grande São Paulo e atrai mais de 15 mil turistas todo fim de semana. São 800 expositores, que vendem quadros, antiguidades, bijuterias, móveis em madeira maciça e outros produtos, além de atores, músicos e poetas que se apresentam gratuitamente pelas ruas da cidade.

A tradição herdada do convívio dos índios com os padres católicos resultou na Festa de Santa Cruz, que acontece desde o século XVII em Embu das Artes.

Neste ano, os festejos vão de 3 a 17 de maio e começam com a reza do terço na Capela da Família Cachoeira. A partir do dia 15, o Memorial Sakai será palco de diversas manifestações folclóricas, como a Trança Fita de Vargem Grande Paulista, o Jongo de Embu das Artes, a Catira de Juquitiba e a Folia de Reis de Marajoara.

Haverá apresentações musicais de violeiros, da banda municipal e da orquestra de viola da cidade, além de barracas de bebidas e comidas típicas do interior paulista.

Todas as atividades são gratuitas e a programação completa você pode acessar na página da prefeitura.

SAIBA MAIS
Até 2011, Embu das Artes só se chamava Embu. O sobrenome foi adotado informalmente depois que, em 1969, artesãos da região se reuniram para vender seus trabalhos no largo da Igreja Nossa Senhora do Rosário. Embu, que em tupi significa “rio das cobras”, só passou a se chamar Embu das Artes oficialmente depois que a mudança foi aprovada por mais de 110 mil eleitores nas urnas.

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