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    <title>Blog</title>
    <description>Blog</description>
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    <pubDate>Sa, 04 Apr 2026 15:41:21 GMT</pubDate>
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      <title>Apresentação das vídeo aulas - Profª Solange Utuari e Julli Pop</title>
      <link>http://www.escoladeformacao.sp.gov.br/portais/Default.aspx?tabid=7443&amp;EntryId=3940</link>
      <description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Olá caros professores e professoras,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta destes oito encontros virtuais é conversar sobre caminhos metodológicos explorando o material disponível na DVDteca do Instituto Arte na Escola em parceria com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui trazemos a proposição dos territórios da Arte e Cultura, a Abordagem Triangular, tendo como nutrição estética o artista Mestre Didi e a discussão de temas como a brasilidade e a arte afrodescendente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada metodologia estimula percepções e encontros diferenciados ao valorizar habilidades, competências e experiências específicas, assim a Abordagem Triangular desenvolvida inicialmente pela professora Ana Mae Barbosa desde a década de 1980 tem expandido ações educativas em que estão presentes os três eixos metodológicos e conceituais: ler, fazer e contextualizar. Neste sentido os educadores estão cada vez mais buscando materiais de apoio para trazer para as aulas e desenvolver estes três momentos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O documentário Mestre Didi: arte ritual proporciona a leitura de imagens em uma dinâmica  na qual é possível perceber não apenas a produção artística do artista, mas também o seu fazer, ou seja, seu processo de criação também é potencializado nesta apreciação. Também podemos aprender mais sobre o universo do artista, neste caso especificamente sobre a obra do baiano Deoscóredes Maximiliano dos Santos, popularmente conhecido como Mestre Didi. O objetivo é apresentar seu rico imaginário repleto de figuras místicas, seres divinos ligados à ancestralidade do artista. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao apreciar estas imagens os professores podem posteriormente conversar com os alunos sobre tradição, memória, legado dos antepassados, etc. Sobre cultura africana e afrodescendente, brasilidade e formação do povo brasileiro e neste movimento realizar situações de aprendizagem contextualizadoras. Na sequência mais projetos podem ser propostos e os alunos podem experimentar materialidades diferentes e descobrir o que é poética da matéria. Questão muito comentada em dias atuais sobre as produções de arte contemporânea.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os alunos podem, ao apreciar e conversar sobre o processo de criação do Mestre Didi, compreender como se dá o seu próprio processo de criação. Assim a tríade ler, contextualizar e fazer ou outra ordem pode estar integrada em um movimento de aprendizagem significativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposição dos estudos via os territórios da Arte e Cultura trazida pelas ideias de Mirian Celeste Martins e de Gisa Picosque deflagram o conceito de currículo-mapa, em que o professor traça percursos, escolhe caminhos e é autor de seu próprio trabalho. Nessa proposição, o pensamento movente, rizomático oferece uma possibilidade de criar projetos em ensino de Arte que ampliem visões e percepções sobre como conhecer a arte por diversas vias. Essa proposta considera como base os pensamentos dos filósofos Deleuze e Guattari e fundamenta-se em um currículo-mapa que “germina” em linhas trançadas para onde o projeto apresenta maior potencial. Defende-se que os professores e os alunos tenham pensamentos moventes, construídos em redes, em linhas de fuga, tendo como essência não a unidade e a sequencialidade, mas sim a multiplicidade e a complexidade, a expansão de ideias que se proliferam por campos conceituais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim é possível olhar para o documentário e traçar muitos caminhos, trilhar percursos estéticos e poéticos na aprendizagem da arte e da cultura brasileira. Não se trata de explicar a arte ou apresentar certezas, mas de abrir espaços para conversar, trocar ideias e experiências buscando múltiplas fontes de estudos e pesquisas que nutram o pensamento. As situações de aprendizagem exploram diversos conceitos que visam potencializar a experiência com a arte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os territórios da Arte e Cultura estão presentes no currículo oficial do Estado de São Paulo e vale a pena conhecer melhor esta proposição.  Significativos são os encontros em que podemos escolher caminhos e criar boas conversas. Assim convido vocês a conhecer este material e fazer parte desta conversação!&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Profª Solange Utuari &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
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      <pubDate>Thu, 13 Oct 2016 17:24:00 GMT</pubDate>
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      <title>Sobre Processos de avaliação na disciplina Arte e O que avaliar em Arte?</title>
      <link>http://www.escoladeformacao.sp.gov.br/portais/Default.aspx?tabid=7443&amp;EntryId=3939</link>
      <description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por uma abordagem estética a partir de um recorte da obra da artista Edith Derdyk, as vídeo aulas sobre avaliação em arte desenham relações e possibilidades de percursos de observação na área, em sala de aula, com o objetivo de ampliar os horizontes dos professores sobre a importância e os meios de avaliar este campo do conhecimento.&lt;br /&gt;
Apresenta a disciplina como uma Linguagem que gera Poéticas, fala de seus signos e códigos de modo prático quando apresenta o mote do trabalho da artista em questão: a linha, e, discorre sobre a possível potencialização de uma poética pessoal do aprendiz.&lt;br /&gt;
Sugere que o professor tenha em mente seus objetivos para que possa criar pautas de observação capazes de ampliar os saberes de seus alunos, então indica que, para avaliar, é necessário: pautar, observar, conhecer e reconhecer além de apresentar os cadernos de artista e proposições que tenham espaços para processualidade, como desencadeadores de portfólios, por exemplo – objetos de estudo que revelam aprendizados e despertam caminhos de pesquisa e ampliação de conhecimento para aluno e professor.&lt;br /&gt;
Um exemplo, a partir do próprio caderno do professor, ilustra as possibilidades de trabalho e esclarece as peculiaridades do território arte para simplificar a compreensão e o entendimento sobre a criação de pautas de observação como ferramenta para avaliação neste campo. Dá um passo a passo com intuito de aproximar o professor das especificidades da arte na escola. &lt;br /&gt;
Esperamos que este material possa auxiliar as práticas de avaliação em arte. Aproveitem!&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Profª Julli Pop&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
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      <pubDate>Thu, 13 Oct 2016 17:22:00 GMT</pubDate>
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